O ET DE VARGINHA – TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO #31

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Dia 20 de janeiro de 1996. De madrugada, o casal de trabalhadores rurais Oralina Augusta e Eurico Rodrigues dormem em sua casa, em uma fazenda próxima a estrada que liga Varginha à Três Corações, em Minas Gerais.

Eles ouvem os animais inquietos e Eurico resolve verificar o motivo. Quando olha pela janela vê um objeto estranho.

Ele chama sua esposa e ficam surpresos com o que veem. No céu, um objeto cinza sobrevoa o pasto lentamente, a pouco mais de cinco metros do chão. Parece um submarino do tamanho de um microônibus.

Solta uma fumaça esbranquiçada, não emite luzes e nem faz barulho. Eurico e Oralina observam mais alguns minutos até o objeto sumir.

Às 08:00hs da mahã o corpo de bombeiros de Varginha recebia uma chamada telefônica anônima. A pessoa pedia aos bombeiros que investigassem uma estranha criatura vista em um parque no norte do distrito Jardim Andere.

Duas horas depois, os bombeiros chegavam ao Jardim Andere para fazer a busca no parque. Como esperavam encontrar um animal selvagem, levaram equipamentos apropriados como jaulas e redes.

Várias testemunhas oculares dizem ter visto os bombeiros subirem por uma encosta íngreme até as áreas mais arborizadas do parque.

Enquanto os bombeiros capturavam a criatura o chefe do grupo entrou em contato com a base militar, que fica perto do local. O comandante da base, o general Sérgio Coelho Lima, rapidamente enviou as suas tropas para isolarem o parque.

E porque os bombeiros envolveriam os militares na captura de um animal?

Um homem, o operário de construção Henrique José, testemunhou todo o incidente do terraço de uma casa vizinha ao parque e mais tarde, contou aos investigadores que quatro bombeiros encurralaram uma criatura com suas redes, aprisionaram-na em uma caixa de madeira e depois a entregaram aos militares.

A criatura foi descrita como um bípede de um metro e meio de altura, com olhos vermelhos e pele oleosa e marrom, com 3 protuberâncias na testa e uma pequena abertura em seu rosto parecida com à uma boca.

Testemunhas afirmaram que ela produzia um estranho som semelhante ao zumbido de abelhas e parecia estar ferida.

Se o general Lima ficou satisfeito com a eficiência da operação, muito em breve ficaria decepcionado. Mais tarde, no mesmo dia, o pesquisador de OVNIs Ubirajara Franco Rodrigues, que desconhecia o primeiro incidente, foi informado de uma outra estranha ocorrência.

Uma série de chamadas telefônicas levaram Rodrigues a entrevistar 3 meninas que diziam ter visto, por volta das 15:00hs, uma criatura encolhida perto do local onde a primeira criatura foi capturada.

As meninas disseram a Ubirajara que a criatura tinha 3 protuberâncias na testa e que se parecia com o demônio. Depois do encontro correram aterrorizadas para casa e contaram o que ocorrera à mãe de duas delas.

Enquanto isso, os bombeiros e militares tinham sido avisados pelos assustados vizinhos sobre a Segunda criatura, que como a outra, parecia ferida.
A rua ficou cheia de uma multidão que viu como os bombeiros e militares capturaram o ser para logo desaparecerem.

Foi apenas uma questão de tempo para que os caminhos de Ubirajara e Pacaccini, um colega ufólogo, se cruzassem. Pacaccini estava investigando os acontecimentos da manhã do dia 20 sem saber do segundo incidente.

Os dois ufólogos logo perceberam que estavam investigando dois casos distintos. Unindo forças, lançaram uma campanha solicitando entrevistas com mais testemunhas.

Não havia dúvidas de que os incidentes ocorreram no dia 20 de janeiro no distrito de Jardim Andere, porém, os pesquisadores desejavam saber o que tinha acontecido depois disso. À medida que as testemunhas prestavam seus depoimentos, um quadro mais claro ia surgindo.

Aparentemente, a primeira criatura capturada no Sábado de manhã, foi levada para a Escola de Sargentos de Três Corações, ao sudeste de Varginha.

Contudo, nenhuma das autoridades que intervinham no caso revelaram o que ocorreu depois. Sabe-se apenas que um policial que esteve presente no incidente do Sábado de manhã tinha sido ferido pela criatura.

O aspecto mais delicado e ao mesmo tempo mais controverso do caso, entretanto, é, sem dúvida, a morte do policial militar Marco Eli Chereze, um dos integrantes do serviço de inteligência que participaram da captura da segunda criatura, ocorrida na noite de 20 de janeiro.

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